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Mensagens

There is no I in a Team

There is no I in a Team Tradução livre, “não há um Eu numa equipa”. Em inglês funciona melhor, porque literalmente a palavra TEAM não tem nenhum I. A interpretação directa é que não deve de haver individualismo numa equipa. Que a equipa deve de funcionar como um todo, evitando individualismos. Fazendo com que a responsabilidade pelos sucessos, ou insucessos sejam da equipa como um todo e não de um ou outro elemento da mesma. Um pensamento bonito! Em contraposição também se pode dizer “Eu não faço a equipa”. O que pode levar à desresponsabilização do “Eu” face à dinâmica do grupo. A culpa não é minha, a equipa é que falhou. Como uma desculpabilização face os eventos. Ou seja empurra-se para a equipa toda a responsabilidade dos insucessos do projecto. No mundo real, qualquer equipa para funcionar, precisa de uma organização, quer seja espontânea, imposta por uma hierarquia, ou no seguimento de um Líder. Uma equipa surge de uma forma espontânea, normalmente em cenários ...

Facebook: o fim da privacidade ou o abuso de confiança?

Em Janeiro, Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, afirmou que as expectativas da sociedade mudaram e que a que a privacidade já não é norma . Esta postura liberal em relação aos dados das pessoas seria pouco importante se fosse apenas uma discussão teórica. Mas Mark Zuckerberg controla a maior rede social do mundo, com mais de 400 milhões de utilizadores registados e, se Mark quiser, pode saber tudo o que eles lá colocam, seja público ou privado, incluindo todas as suas ligações, fotos da família, mensagens trocadas, conversas em chat, etc.. Mais: um dos mecanismos que o Facebook nos disponibiliza para encontrarmos velhos amigos depende de lhe darmos as nossas credenciais de acesso a contas de email, incluindo a nossa palavra passe. Notícias recentes dão conta de um processo judicial contra Mark Zuckerberg, que é acusado de usar informação confidencial registada no Facebook para entrar nas contas de email de rivais e jornalistas . Muito para além das posições públicas de Mark sobre a ...

Plataformas de Compras Públicas - Um problema para todo o sector das TI

As Plataformas de Compras Públicas, um conjunto de portais privados que o Estado está obrigado a usar desde o ano passado para todas as suas aquisições, arriscam-se a ser mais um problema para a imagem e credibilidade do sector das TI. Por toda a parte se vão ouvindo queixas de mau funcionamento, interfaces mal desenhados, processos difíceis de entender, tecnologias que não funcionam, help-desks incompetentes, etc.. Considerando que estas plataformas ganharam, desde o ano passado, milhares de novos utilizadores que dependem delas para o funcionamento do seu negócio, perspectiva-se um período negro na relação entre utilizadores e informáticos, agravado pelo stress de propostas que têm que ser entregues com urgência, concursos que têm que ser processados dentro dos prazos, iniciativas que estão programadas com precisão, e dinheiro que está à espera de mudar de mãos mas não muda porque "o sistema não deixa". Para além dos expectáveis (mas não justificáveis) bugs das plataformas...

JavaPT09 – Sun e PTJUG. Uma cooperação de sucesso.

Fiquei agradavelmente surpreendido com o que presenciei no JavaPT09, realizado em 17 do corrente mês, na Universidade do Minho, em Braga. Por diversos motivos, dos quais mencionarei os que achei mais relevantes. Um dos motivos foi a boa organização com que tudo se processou. Desde a verificação dos espectadores através dos registos, até à última apresentação agendada, tudo se processou razoavelmente dentro dos horários previstos e de uma forma natural e fluída. Ficam aqui os meus parabéns quer aos organizadores, quer aos apresentadores. Depois, pela realização deste evento JavaPT09 na zona Norte do país, tradicionalmente mais ligada a ferramentas e linguagens desenvolvidas pela Microsoft. Notei que, apesar deste facto, a adesão de espectadores foi elevada, tendo uma das sessões chegado mesmo a esgotar a lotação (Hands-On Lab). Claro que não tenho elementos que me permitam dizer concretamente quantos dos espectadores seriam de outras zonas do país ou até do exterior, mas fiquei com a se...

10 formas de evitar estimativas de projecto estúpidas

Deixa que a história te guie Se demorarem o dobro do tempo estimado, é provável é seja prometido o mesmo de novo. Não caias nessa. Aqui, o passado é um bom indicador do futuro. Pede detalhes Pergunta os porquês de uma estimativa. Se te explicarem o tempo que leva cada sub-tarefa, tudo bem. Se encolherem os ombros, é mau sinal. Desafia os prazos Contestar os números é sempre uma boa ideia. Obriga um programador a justificar a sua estimativa e a encontrar inconvenientes. Convém contar com eles o quanto antes. Medidas São comuns derrapes no calendário? Se sim, o quanto comum? Se não sabes, começa a apontar para teres uma ideia. Abre e fecha parêntesis Guia o programador na fragmentação em subtarefas, ajudando-o com perguntas como “5 dias chegam?” ou “Consegues acabar isso em 10 dias?”. Pede uma segunda opinião Não confies sempre nas estimativas apenas de um membro da equipa. O resto da equipa está toda de acordo? Dois pensam melhor que um Será que te estão a dizer só o que queres ouvir? F...

Gmail em laboratório

Boas notícias para quem tem conta no Gmail, e a usa frequentemente através da Web. Em tema de celebração do 5º aniversário do GMail, surge uma nova panóplia de funcionalidades denominada Gmail labs. A Google tem vindo constantemente a melhorar a interface, trazendo novas funcionalidades, mais ou menos sublimes, e algumas muito importantes e relevantes, às quais se juntam agora novos 'brindes', em fase exprimental. Para quem não tem exprimentado ou reparado: Comportamento à-la-portal: Qualquer widget tipico do iGoogle pode ser agora adicionado à página inicial do Webmail Utilização Offline: Utilizando a ferramente Google Gears, para ver o Webmail sem estar conectado. Pré-visualização de documentos MS Office/OpenOffice, PDF, MP3, etc, directamente no browser. Se houverem links para o youtube (e derivados), fotos do google picasa, etc., há também a possibilidade de o ver no mail, como se de um anexo se tratasse. Anular envio: quantas vezes só nos lembramos de alguma coisa depois d...